Inovações nas eleições de 2018



Já foram várias as novidades divulgadas para as eleições deste ano, 2018, as quais mudarão vários fatores desde agora até o momento da votação na urna eletrônica. Algumas das novidades são: o voto impresso, o título de eleitor digital e a propaganda eleitoral através das redes sociais.



O que trará ainda mais inovações para as eleições 2018 será a reforma política, a qual foi aprovada pelo Congresso e definiu ações como: o fundo eleitoral com dinheiro público, que custeia as campanhas dos candidatos, e o começo da cláusula de barreira, que exige que os partidos recebam uma quantidade mínima de votos para que possam continuar a receber o dinheiro público e tempo para propaganda na televisão.

Algumas das principais novidades que já estarão valendo para as eleições deste ano são as informadas a seguir:

O voto impresso, que abrangerá até 5% das 600 mil urnas existentes no Brasil e acontecerá da seguinte forma: o cidadão vota na urna eletrônica, a qual imprime uma cópia do voto e o eleitor deverá confirmar se está correta, depois de confirmada, a cópia é depositada em uma urna. Outra novidade é o título de eleitor no aplicativo, modelo lançado pelo TSE, que possui foto e pode ser acessado através do celular, com o uso do aplicativo da Justiça Eleitoral.  Porém, somente os cidadãos que fizeram sua identificação biométrica na Justiça Eleitoral poderão usar o e-título.

Outras das principais inovações das eleições de 2018 é a campanha eleitoral pelo Facebook, onde partidos e candidatos estão liberados para pagar usuários para fazer publicações nas redes sociais, como, por exemplo, no Facebook. O horário de verão também foi alterado neste ano por um pedido do TSE. Desta forma, o horário de verão terá início, somente, no primeiro domingo de novembro, após o segundo turno das eleições, caso ocorra.

Em 2015 houve a proibição de doações de empresas às campanhas políticas, por isso, foi criado pelo Congresso Nacional o Fundo Eleitoral, o qual é pago com o dinheiro público e deve ser usado para custear as campanhas eleitorais. Mais uma das inovações é a redução dos partidos políticos, que, atualmente, é de 35 legendas. Assim, nas eleições de 2018 os partidos deverão ter, no mínimo, 1,5% de votos distribuídos em, pelo menos, nove Estados brasileiros, para a Câmara dos Deputados. O partido que não cumprir o objetivo não terá mais acesso ao Fundo Partidário a ao tempo na televisão, nas próximas eleições. E a última das principais novidades de 2018 é o limite da autodoação dos candidatos, ou seja, os candidatos políticos só podem doar às suas campanhas o valor correspondente à 10% de sua renda bruta descrita no ano anterior.




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